terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Ação: O Envelhecimento da População: Respeito, Convivência e Cuidado.


A ação intitulada “O Envelhecimento da População: Respeito, Convivência e Cuidados”, foi desenvolvida nas turmas do 6° e 7º ano B da E.E.E.F.M. Professor Cripim Coêlho (Estadual). Ela ocorreu em três encontros, sendo o último um estudo de campo, com uma visita ao lar dos idosos “O Reencontro” em Cajazeiras-PB.

Nosso, objetivo geral foi apresentar para os educandos que a população mundial está vivendo mais e assim estimular a valorização do idoso.  A partir destes, tivemos como objetivos específico: Motivar o aluno a conhecer o diferente. Resgatar o que está esquecido nas memórias do idoso. Proporcionar momento de descontração entre as diferentes idades.


Abordagem teórica sobre o tema envelhecimento. 

       No primeiro encontro fizemos uso de uma aula expositiva e dialogada, Violência contra idosos, relações entre gerações e o Estatuto do Idoso foram alguns dos temas abordados nas aulas para incentivar a conscientização sobre o envelhecimento no espaço escolar, assim como no ambiente familiar e comunitário. Utilizamos imagens, gifs entre outros recursos para um melhor entendimento dos estudantes, e sempre estimulando o dialogo e a participação dos mesmo com duvidas ou opiniões próprias. Ao final da aula pedimos que os estudantes construíssem a árvore genealógica da família deles até a geração que eles conheciam, um exercício fundamental desconhecidos por muitos porem realizado com muito entusiamos e a participação de todos.  



Exercício de construção da árvore genealógica. 

 No segundo encontro desta ação, levamos para sala de aula materiais didáticos como: cartolinas, papeis, imagens, colas, lápis, tintas, tesouras entre outros. Para que fossem confeccionados cartões de natal, estes seriam entregues as idosas quando recebessem nossa visita. A participação dos alunos foi incrível, além dos alunos das duas turmas dedicada a ação alunos de outras turmas também vieram para a sala e participaram juntos. O processo de criatividade, a dedicação de cada um deles com os detalhes foi gratificante para nós bolsista e professor.     
 Neste segundo momento chamamos a atenção dos alunos para como deveria acontecer a visita no lar dos idosos, os modos como se comportar, e os cuidados durante a visita. 



 

Confecção dos cartões de Natal. 



No terceiro e último encontro desta ação, fomos para uma aula prática, indo a campo com os alunos para que tivessem noção de como vivem alguns idosos. o lugar escolhido foi o lar dos idosos O Reencontro, pois está localizado próximo a escola e de fácil acesso a todos. o lar conta com oito senhoras vivendo lá, uma equipe de profissional bem capacitada, o local é arejado, grande, muito bem dividido e muito limpo e organizado. Fomos muito bem recebidos pela equipe e as senhoras. Além dos cartões de natal confeccionados pelos alunos e entregues as senhoras levamos também um kit para cada uma delas contendo acessórios de bijuterias para deixa- las ainda mais belas.  A visita ainda contou com a presença da Coordenadora de Gestão do CFP Profª. Drª Ivanalda Dantas. 


Visita ao lar dos Idosos O Reencontro. 






Finalizamos a ação com uma reflexão ainda no Lar dos Idosos,  podemos afirmar que a ação sobre o envelhecimento desenvolvida nas turmas do 6º e 7° ano B, teve um resultado bastante significativo, uma vez que todos os alunos apresentavam entusiamos e participaram ativamente das atividades propostas. Identificamos uma evolução do processo de aprendizagem dos educandos, um aprendizado não só técnico/ escolar, mas sobretudo um aprendizado para a vida tanto para os estudantes quanto para nós bolsistas e professor.  




Equipe PIBID Crispim Coêlho: Alunos, Bolsistas, Idosos, Professora e Coordenadora de Gestão. 









sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

AÇÃO: PROCESSO DE EROSÃO E DESERTIFICAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA



A ação intitulada Processo de Erosão e Desertificação no Estado da Paraíba, foi desenvolvida na turma do 9° ano A da E.M.E.I.F. Cecília Estolano Meireles. Ela ocorreu em dois encontros, sendo o último ocorrido em dois momentos, que foram na sala de aula e em um estudo de campo.
Nesta perspectiva, tivemos como objetivo geral apresentar para os educandos como se dá o processo de erosão e desertificação no Estado da Paraíba e, como o ser humano pode atuar sobre estes fazendo com que esse fenômeno seja acelerado. A partir destes, expomos os seguintes objetivos específicos da referente ação: conceitos (erosão e desertificação); causas e consequências desses fenômenos no solo; áreas afetadas pela desertificação na Paraíba e no mundo e a importância da vegetação para a proteção do solo.
No primeiro encontro fizemos uso de uma aula expositiva e dialogada usando imagens e mapas impressos sobre a temática trabalhada. Neste encontro, fizemos a abordagem teórica mostrando as causas e consequências da erosão e desertificação no mundo e no Estado da Paraíba e, as possíveis propostas do que se poderia fazer para tentar amenizar estes impactos..
Partimos sempre de indagações aos discentes, aproximando o conteúdo com a realidade dos mesmos. Alguns alunos elencaram já ter visto áreas de desertificação e erosão, bem comum em nossa região, onde a mesma é cenário de devastação da vegetação.

Abordagem teórica sobre os processos de Erosão e Desertificação

Já no primeiro momento do segundo encontro desta ação, levamos para sala de aula duas garrafas cortadas, onde em uma delas continham apenas terra e na outra terra com a sua superfície coberta por vegetação. Tínhamos a finalidade de fazermos uma pequena representação do que possivelmente ocorre com uma área onde temos vegetação e em uma área sem a presença da cobertura vegetal.
 A partir deste experimento chamamos a atenção dos alunos para que observassem a quantidade de terra que era perdida quando adicionávamos água, representado a chuva, na garrafa onde continha apenas terra desnuda a quantidade de material que era perdido em relação a garrafa que continha terra e vegetação era bem maior. A partir deste, expomos umas das funções que a vegetação tem, e a sua importância de ser preservada.
                              
Demonstração de como ocorre os processos erosivos

Demonstração de como ocorre os processos erosivos
                                     
Na segunda parte deste encontro, fomos para uma aula prática, indo a campo com os alunos para que tivessem noção de como é que esses fenômenos realmente acontecem. Então, saímos da escola e partimos em direção Loteamento Colorado localizado na cidade de Cajazeiras. Neste loteamento é bastante perceptível os processos erosivos no solo, assim como é possível no mesmo comparar áreas com a presença de vegetação e desnudas.
Mostramos áreas que estavam mais susceptíveis a perderem material (solo) e possíveis áreas que poderiam recebe-los. Enfatizamos o desmatamento da área como sendo um fator determinante para que esse processo erosivo fosse acelerado, e consequentemente o solo deste local sendo degradado diariamente pelos fatores naturais e sociais viria originar outro fenômeno, a desertificação.

Aula de campo no Loteamento Colorado

Após a análise e discussão sobre essas áreas e os processos que ocorreram e acontecem atualmente, finalizamos a ação com uma reflexão ainda em campo, sobre  nossa realidade local mediante ser uma área suscetível a desertificação, assim como acerca as atividades desenvolvidas durante a ação. 
Ao longo do desenvolvimento da referente ação, podemos observar que a mesma trouxe resultados significativos na turma com a qual trabalhamos. Através dessa temática mostramos para os alunos e a professora supervisora a importância de se trabalhar esse assunto já que nossa região está inserida nesse contexto, observado no nosso dia-dia. Identificamos no discorrer dessa temática que alguns alunos tinham um certo conhecimento acerca de alguns tipos de erosão, onde foram bastante participativos durante as aulas, tanto em sala quanto em campo.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

RESENHA CRÍTICA DA OBRA “A EDUCAÇÃO PARA ALÉM DO CAPITAL”

O referido ensaio, escrito pelo filósofo húngaro István Mészáros e publicado na Conferência de abertura do Fórum Mundial de Educação em 2004, traz consigo uma mensagem revolucionária, que nos ensina a pensar uma nova educação tendo como principal parâmetro o ser humano e que só será possível se houver um rompimento da lógica desumanizadora do capital. É preciso transformar essas ideias e princípios trazidos por Mészáros em uma realidade visível e concreta, tarefa essa que exige muito esforço, empenho e dedicação e que vai muito além das salas de aula e ao ambiente escolar propriamente dito. No decorrer do livro, são muitas as passagens que remetem a uma alienação da educação, sendo vista unicamente mais como uma forma de manutenção e reprodução do sistema capitalista do que como uma forma de libertação e transformação, ou seja, uma educação que deveria ser elemento de transformação social e não limitada as “adaptações” e as mudanças formais que beneficiam o capital. O autor inicia sua obra acerca da educação através de um resgate histórico dos ideais iluministas de alguns autores renomados, como Adam Smith, John Locke e Robert Owen, em que, apesar de suas ideias encantadoras e bem pensadas, caíram em algumas limitações cruciais, impedindo seus êxitos. Mészáros justifica essas limitações devido a própria lógica cruel do capital e também as condições desfavoráveis do próprio momento histórico, em que era praticamente impossível entender e superar os limites do capital. Diante dos fracassos dos iluministas, Mészáros chega a um consenso de que, no sistema do capital, não há chances para uma emancipação da sociedade e muito menos de uma nova alternativa educacional, pois os parâmetros estruturantes do capital são tidos como algo irreversível e incontestável , por isso é imprescindível romper com essa lógica para que se consiga estabelecer uma educação  voltada para a transformação do quadro social e também para o desenvolvimento contínuo da consciência socialista. Também é necessário que as soluções sejam essenciais e não formais, pois as mudanças formais são iminentemente superficiais e não alcança um mudança objetiva e concreta (abrangendo a totalidade das práticas educacionais), contribuindo somente para a perpetuação do capital e isso fica bem claro, devido ao fato de o capital ser de natureza irreformável. O autor traz também a ideia de que é praticamente impossível criar reformulações na educação se não houver uma transformação do quadro social como um todo e critica as correções marginais que o próprio sistema do capital impõe para “solucionar” os problemas encontrados, mas sem alterar os pilares estruturais e os fundamentos que sustentam a sociedade capitalista. Em suma, o renomado filósofo húngaro, trata a educação como um processo estratégico e vital de existência do homem, de instrumento de emancipação humana e objeto de transformação das condições impostas pela lógica dominante e serve como um estímulo de automudança da sociedade, envolvendo os mesmos na luta por uma nova ordem sócio metabólica radicalmente diferente. 
EDUCAÇÃO: O DESENVOLIMENTO CONTÍNUO DA CONSCIÊNCIA SOCIALISTA

A segunda parte do livro “A educação para além do capital” de István Mészáros irá trazer sua proposta acerca do viés manipulador do sistema capitalista que remete a educação ao status de mercadoria. O autor deixa claro a importância do papel da educação, onde a mesma assume a função de certificar uma transformação socialista sustentável e deve conservar um distanciamento radical das práxis educacionais regidas pelo sistema do capital. A educação deve ser reconhecida no seu sentido mais amplo e que vá além dos níveis de ensino e/ou sistemas escolares, ou seja, a educação deve funcionar como um papel estratégico e vital, como também um processo contínuo de aprendizagem, em que a sociedade não deve ser regida unicamente em detrimento de obtenção da mais valia, produção de mercadorias e alienação exploratória no trabalho. O autor enfatiza a educação como processo vital de existência do homem, uma vez que que sua caracterização de ser social imprime toda uma capacidade cognitiva, ética, racional e saber e conhecer a realidade que perpassa no seu mundo. Mészáros expõe no seu ensaio uma nova perspectiva no que compete ao campo educacional, cujo principal propósito é considerar uma educação que seja demonstrada do ponto de vista da emancipação humana e isso se faz necessário pelo fato da alienação que o próprio sistema dominante impõe sobre a produção de ideias, “controlando” os uma grande massa da população a se render aos princípios e a ordem capitalista. Isso explica o fracasso dos grandes pensadores iluministas, que formularam verdadeiras utopias educacionais, porém não conseguiram “emancipar-se” da lógica do capital, assumindo somente um modo de reprodução sócio metabólica. Como vimos na primeira parte a educação formal/ institucionalizada tem apenas duas funções bem apriorísticas, a primeira de produção e reprodução dos condições pretendidas sob o regime do capital e segunda de formação de quadros e elaboração dos métodos políticos controladores, permitindo a manutenção do ordem imposta e é justamente devido a isso que autor ressalta a grande necessidade de uma transformação significativa do controle do sistema sócio metabólico sobre a sociedade, pois somente assim  que se chegará a uma mudança social, com uma emancipação humana e educacional. A concepção que o autor traz consigo é de uma “nova” educação, ligada a uma inevitável superação da alienação objetiva do capital e isso não implica unicamente a derrubada dos sistema capitalista e/ou sua negação, e esse é apenas o primeiro passo de libertação dessa ordem alienante e que, segundo o autor, para que se consiga efeitos permanentes é preciso que essas primeiras ações estejam guiados pelos fundamentos gerais, com toda sua concretude e abrangência. Portanto a educação tem a função de suplantar o capital não parcialmente, mas sim totalmente, admitindo um papel soberano no combate as determinações sistêmicos, mediante a criação de estratégias viáveis para permitir uma mudança radical das condições de reprodução atual, cuja realidade é vista globalmente através da condição desumana da autoalienação do trabalho. Diante disso, Mészáros recomenda uma automudança consciente, que é o caminho mais fácil a ser seguido pelos indivíduos para estabelecer uma ordem social renovada e de acordo com os princípios socialista, tomando decisões sensatas e assumindo uma gestão própria de vivência harmônica, ou seja, instaurando um “controle consciente dos processos sociais”. Esse controle se transforma numa eficaz automediação, ou seja, uma mediação consciente do homem acerca da sua própria libertação e superação do sistema alienador. O filósofo húngaro expõe ainda a ideia de universalização da educação e trabalho, simultaneamente, que é imprescindível para solucionar a problemática da autoalienação do trabalho, além de promover uma igualdade de toda a sociedade e toda essa conquista só será alcançada se a educação seguir uma ordem social qualitativamente diferente, ou seja, um autêntica educação para além do capital, como diz o livro. Meszáros chama atenção a todo momento, no decorrer do ensaio, para as diferentes formas de apropriação da educação, em que a educação transformadora (revolucionária) não deve se restringir somente aos locais formais e sim para todos os ambientes e atividades onde ocorre o processo de interiorização. Em tese, não seria mais uma educação hierárquica, venerada e destrutiva e sim sustentável, transformadora, consciente, cooperativa e para que essa educação revolucionária socialista cumpra seu preceito é mais que necessário a presença das classes trabalhadoras e sua luta contra o capital. Outra concepção do autor compete a sua defesa de que as instituição de ensino e seus agentes formadores devem estabelecer uma íntima relação dialética em consonância com os sistemas políticos e sociais, garantindo assim, a possibilidade de construção de um futuro digno e emancipado para toda a sociedade. Diante de todo esse aparato teórico do grande filósofo marxista István Mészáros e toda sua crítica acerca da educação manipulada pelo sistema do capital, fica dada a grande e árdua tarefa a todos os atuais e futuros educadores, agentes sociais e cidadãos conscientes para a elaboração de metas e estratégias convincentes para uma educação que vá além do capital e também articular uma tarefa de transformação social de forma abrangente e que atenda todas as classes sociais e toda a classe trabalhadora, além de firmar práticas para que se concretize uma mudança social e educacional radical, que condicione um desenvolvimento contínuo da consciência socialista. 
(RESENHA CRÍTICA ELABORADA PELOS PIBIDIANOS DO CRISPIM COELHO)





sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Participação do PIBID Subprojeto Geografia no III EREPEG

III EREPEG
Retrospectivas e Perspectivas Curriculares para o Ensino de Geografia

Campina Grande / PB – novembro/2016


ABERTURA DO EVENTO



PRINCIPAIS PALESTRANTES




APRESENTAÇÕES DE TRABALHOS







segunda-feira, 21 de novembro de 2016

ANÁLISE DO FILME: ESCRITORES DA LIBERDADE



O filme escritores da liberdade, baseado é uma história real, trata de questões referentes aos problemas enfrentados no cotidiano escolar, demonstrado que é possível superar as dificuldades encontradas em um sistema educacional totalmente deficiente.
A história de uma professora recém-formada que se depara, logo no seu primeiro emprego, com uma turma de alunos cheios de problemas, que podem se percebidos a partir do comportamento rebelde e desinteressado, acaba dificultando o processo de ensino – aprendizagem.
Inicialmente, as aulas da professora eram ministradas de forma tradicional, porém ao perceber a total falta de interesse dos alunos ela começou a pensar em diferentes metodologias para despertar o interesse. Para tanto ela buscou conhecer um pouco mais a realidade vivida por cada um de seus alunos, propondo a cada um que escrevessem em um diário sobre os conflitos vividos por eles, tentando dessa forma, entender seus problemas e aflições. Ao ler o que os alunos haviam escrito, a professora propôs a leitura de um livro (o diário de Anne Frank) que retratava problemas parecidos com os enfrentados por eles no dia-a-dia, esse método facilitou o processo de ensino-aprendizagem. A identificação com a história do livro acabou despertando o interesse dos alunos pela leitura e posteriormente pela escrita.  
Apesar da pouca experiência e da falta de apoio de sua família e da direção da escola, aos poucos a professora conseguiu conquistar uma boa relação com seus alunos, e com muita dedicação, determinação e força de vontade conseguiu mudar o comportamento dos mesmos dentro e fora da escola.

ANÁLISE DO FILME:
A partir do filme podemos perceber a influencia que a metodologia exerce na aprendizagem dos alunos, dessa maneira é importante que o professor busque “novas” formas de ensino, que não cansem, sejam interessantes e se adeque a realidade dos educandos; outro fator de grande importância para o processo de ensino-aprendizagem é o estabelecimento de uma boa relação entre professor-aluno.
O filme nos motiva a sermos mais persistentes em nossa profissão demonstrando que, apesar de todas as dificuldades impostas pelo sistema educacional é possível fazer a diferença e mudar a realidade de nossos alunos. A partir do filme é possível identificar várias formas de superar os desafios da docência.


EQUIPE: Crispim Coelho





sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Ação: VIOLÊNCIA NO TRÂNSITO EDUCAR PARA A CIDADANIA.

“Violência no trânsito: Educar para a cidadania”, foi a 7ª ação desenvolvida na turma do 8º B do Ensino Fundamental II da E.E.E.F.M. Professor Crispim Coelho.  O objetivo Geral é a compreensão da educação no trânsito como elemento essencial para a formação do cidadão.
Os objetivos específicos eram: Identificar os principais sinais de trânsitos como medida para o exercício da cidadania; Conscientizar os jovens para a prática educativa no trânsito enquanto pedestres, ciclistas e passageiros; Despertar no aluno as virtudes importantes para a convivência em sociedade e em harmonia com o trânsito, tais como: paciência, tolerância, responsabilidade, coletividade; Observar o crescimento urbano que incide nos fluxos em diferentes horários em determinadas localizações do Município de Cajazeiras- PB.
A ação teve início com uma abordagem teórica com uma revisão dos diferentes modais de transportes existentes, diferenciando-os e enfatizando a importância de cada um deles. Em seguida tratamos sobre urbanização e violência no trânsito. Estes conteúdos trouxeram discussões enriquecedoras para a sala de aula os alunos poderão contar com experiências já vividas por eles no trânsito, e ainda correlacionando a diferença entre motorista e pedestre em diferentes situações. Esses conteúdos foram vistos no primeiro e no segundo encontro.


Abordagem Teórica em sala.

No terceiro encontro a ação foi além da sala de aula fomos as principais ruas de Cajazeiras-PB observar como estava o trânsito na prática. Para isso tivemos uma conversa com os alunos alertando como deveriam se comportar e quais medidas deveríamos tomar diante do que foi visto. Para isso foram feitos panfletos que foram distribuídos pelos estudantes durante o percurso e ainda uma “multa cidadã” que era aplicada aos motoristas que agiam de forma irregular para que servisse de alerta e os mesmos não voltassem a cometer a infração.

Panfletagem durante o percurso

Aplicação de “Multa Cidadã” em veículos estacionados de forma irregular. 

         No quarto encontro voltamos para sala e através de uma roda de conversas os estudantes compartilharam a experiências contando qual importância de ter realidade aquela intervenção. Com boa participação dos alunos com dúvidas, questionamentos e relatos de experiências tivemos uma boa roda de conversa participativa e motivadora ao ouvir os relatos dos estudantes, bolsistas e professora que também participaram.


Confecção de Fanzines

Confecção de Fanzines

No quinto e último encontro finalizamos a ação com a confecção de Fanzines (A palavra fanzine vem da contração da expressão em inglês fanatic magazine, que significa em português revista de fãs. E o que isso significa? Significa que os fanzines são publicações feitas por pessoas e para as pessoas que gostam de um determinado tema em comum, sejam elas amadoras ou profissionais). Os estudantes participaram ativamente do início ao fim desta confecção, realizando cortes em revistas, colagens de imagens e etc. tudo isso no voltado para os temas trabalhados em sala e buscando a consciência de que no transito não se deve haver violência e sim respeito. A ação aconteceu no período de Setembro e Outubro de 2016.

            Confecção de Fanzines

     
 Confecção de Fanzines

 Confecção de Fanzines